Vivências com comunidades tradicionais
- Rodas de conversa com moradores e comunidades locais sobre o território
- Trilhas guiadas pela floresta e pelos igarapés
- Oficinas de ervas medicinais, artesanato e ingredientes amazônicos
Diante das rápidas mudanças do mundo, os objetivos e definições de sucesso que adotamos no passado ainda continuam válidos para guiar as decisões como vivemos?
Durante uma semana longe do celular, rotina, e distrações convidamos você para uma jornada de experiências e imersão em um outro tempo, espaço e jeito de viver para furar a bolha, refletir, debater e repensar o que é essencial em nossas vidas.
Uma experiência de 7 dias na Amazônia, entre o rio Tapajós e o Arapiuns, para vivenciar o ritmo do rio, floresta e cultura local viva
Às margens do igarapé, a poucos minutos da vila de Alter do Chão. Quartos simples, duplos e triplos com ar condicionado e refeições inclusas.
Em meio a floresta Amazônica, as margens do Rio Arapiuns a vila é formada por bangalôs que reinterpretam a maloca. Quartos simples, duplos e triplos com ventilação natural. Refeições inclusas.
Transfer do aeroporto de Santarém para Alter do Chão. Pousada às margens do igarapé, receptivo e jantar na beira do rio.
As vagas são poucas. A gente lê cada candidatura e responde pessoalmente.
As candidaturas desta edição estão encerradas.
Escreva para oi@re-ground.co para saber da próxima.
A gente cuida da curadoria, da organização e de tudo o que acontece na semana.
[bio curta, em primeira pessoa — duas ou três linhas]
[bio curta, em primeira pessoa — duas ou três linhas]
Não. Tem caminhada, barco e rio, mas nada de expedição.
Em Alter do Chão, sim. No Arapiuns, pouco ou nenhum. Isso faz parte.
É. A gente sempre está com gente daqui que conhece a água.
A maioria vai.
Fim da estação seca. Ainda tem praia, o rio começa a subir e chove à tarde. Calor e umidade o tempo todo. A gente conta isso antes porque prefere que você chegue sabendo.
[valor], com hospedagem, todas as refeições, barcos, atividades com as comunidades e o encontro do grupo um mês depois. Passagem aérea até Santarém não está incluída.
Parte fica com a vila e com a pousada, parte com as comunidades, barqueiros, cozinha e artistas, parte com a organização. Depois da edição, a gente publica quanto ficou no território.